sábado, 26 de junho de 2010
Nasci – Logo a Meus Pais Custou Dinheiro…
terça-feira, 22 de junho de 2010
PATXI ANDIÓN- COMPAÑERA
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Famel
sábado, 29 de maio de 2010
Um verdadeiro animal feroz
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Alerta: o IRS não é um imposto de formação sucessiva!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Poderão os vencimentos dos funcionários públicos ser reduzidos?
quinta-feira, 20 de maio de 2010
O gato da cântara
Era dia de festa numa pequena aldeia da Beira Baixa. O momento alto seria, à noite, a actuação do Rancho Folclórico da Casa do Povo de US. Quando chegámos, vimos um pau espetado na vertical, com uns 6 ou 7 metros de altura, forrado a giestas secas. No cimo desse pau, estava atada uma cântara de barro. Já todos tínhamos visto o jogo do pau ensebado com o brinde (geralmente um presunto ou um garrafão de vinho), e todos sabíamos como funcionava esse jogo. Agora assim, nunca tínhamos visto. Pergunta/resposta aqui e pergunta/resposta ali, apurámos que o propósito daquele artefacto era o seguinte: dentro da cântara estava um gato e, à meia-noite desse dia, seria deitado fogo às giestas que estavam na base do pau e que iriam queimando as outras até ao cimo do pau, onde estava a cântara. Quando as chamas queimassem a corda que a prendia ao pau, ela soltar-se-ia e cairia no chão. Ai cair o gato sairia dela e ficaria à solta. Quem o conseguisse apanhar ganhava 500 escudos.
Durante a tarde, foram sendo discutidas estratégias para apanhar o gato. Uma delas passava por atar os lenços das raparigas do rancho uns aos outros, para apanhar a cântara antes de a mesma se estilhaçar no chão. É que, se o gato saísse da cântara, haveria muito poucas hipóteses de o apanhar. A pressa do gato seria muita e o local estava rodeado de mato e de pinheiros.
Porém, por volta das 09-10 horas da noite, quando o rancho se preparava para actuar, começou uma tal sessão de pancadaria que a festa ficou mesmo por ali.
Nunca mais tive notícias do gato. Nem da festa!