O Cosme é um génio, com conhecimentos muito profundos de engenharia (de minas), matemática, economia, finanças e informática. No entanto, é bastante modesto. Apesar de contactar com ele amiúde, só pela imprensa é que, numa determinada ocasião, soube que ele estava em oitavo lugar no ranking dos economistas nacionais. A notícia dizia que ele era o melhor classificado dos economistas do Norte. Mas isso eram outros tempos. Agora ele descobriu a blogosfera, e, se o que escreve no seu blog também contar para esse ranking, creio que, em Setembro próximo, já estará no primeiro lugar. Isto, se entretanto não for para o Governo.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Ainda lhe faltou pedir o "Livro Amarelo" e a identificação dos presentes
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Fusão dos serviços da segurança social com os serviços do fisco: uma boa ideia.
Temos uma boa notícia vinda do auto-proclamado futuro Primeiro-Ministro: a fusão dos vários institutos da segurança social com os actuais serviços do fisco (suponho que, previamente, haverá uma fusão de todos aqueles serviços que, nos termos da lei, fazem parte da administração tributária). Alegadamente, essa ideia é agora também defendida em conferências por ex-governantes de governos socialistas. É pena que, enquanto estiveram no Governo, esses ex-governantes nunca tivessem manifestado a ideia que agora apresentam publicamente. Um desses ex-governantes, depois de ter tido muitos e bons “tachos” ainda antes de ter sido chamado para a exercer funções governativas, também dizia que o método forfetário (que, abreviadamente, se traduz na tributação do seguinte tipo: cada cadeira de barbeiro na Rua Faria Guimarães – que escolhi por ser onde o Funes corta o cabelo – vale X, se o barbeiro não quiser ser tributado por ela, tem de a arrancar; cada mesa de café na Rua de Camões – que escolhi por ter motas de primeira – vale Y, se o dono do restaurante não quiser ser tributado por essa mesa, tem de a eliminar) era o mais justo para os contribuintes com rendimentos que se enquadrassem na categoria B do IRS, bem como para as empresas com um volume de facturação anual até 500.000 euros. Esse ex-governante foi para o Governo e nunca mais o ouvi falar do assunto. Diz-se que era muito difícil a implementação desse sistema… Por essas e por muitas outras, creio que a fusão dos serviços do fisco com os da segurança social, apesar de ser uma boa ideia, não passará disso mesmo. Isto, a não ser que os nossos políticos sejam obrigados a implementá-la. Isso é que eu gostaria de ver!