segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O melhor trecho que li na imprensa do fds

 
Miguel Sousa Tavares, no final da crónica publicada na edição do jornal "Expresso" de 10/11/2012 (Primeiro Caderno, pág. 07), refere o seguinte:
«/…/ Por estes dias, ao ouvir falar os socialistas, dei-me conta de que não aprenderam muito com a queda do seu governo e com este ano e meio de oposição. Repetem a mesma estratégia de sempre, convencidos que esta é a mesma situação de sempre: que se trata do eterno jogo da alternância entre eles e o PSD. Não perceberam que alguma coisa de fundamental mudou na forma como a parte produtiva do país olha e pensa em tudo isto. Por pior que seja a opinião sobre o governo Passos Coelho, não há, entre os portugueses, nenhuma pressa ou desejo intenso em vê-lo substituído por um António José Seguro: acreditem que não há. Não se trata já de mudar a maioria ou o primeiro-ministro, mas sim de mudar a forma de fazer política e forma de governar Portugal».
Efectivamente, por mais que alguns pensem contrário (e tentem, por todos os meios, que outros também pensem como eles), não temos "pressa ou desejo intenso" de mudança para um governo PS. Aliás, mesmo nas alturas de maior desânimo com as políticas deste governo, algumas das intervenções do Zorrinho e do Galamba, são bastantes, só por si, para nos fazerem chegar à conclusão a que chegou o MST.

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