sábado, 29 de maio de 2010
Um verdadeiro animal feroz
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Alerta: o IRS não é um imposto de formação sucessiva!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Poderão os vencimentos dos funcionários públicos ser reduzidos?
quinta-feira, 20 de maio de 2010
O gato da cântara
Era dia de festa numa pequena aldeia da Beira Baixa. O momento alto seria, à noite, a actuação do Rancho Folclórico da Casa do Povo de US. Quando chegámos, vimos um pau espetado na vertical, com uns 6 ou 7 metros de altura, forrado a giestas secas. No cimo desse pau, estava atada uma cântara de barro. Já todos tínhamos visto o jogo do pau ensebado com o brinde (geralmente um presunto ou um garrafão de vinho), e todos sabíamos como funcionava esse jogo. Agora assim, nunca tínhamos visto. Pergunta/resposta aqui e pergunta/resposta ali, apurámos que o propósito daquele artefacto era o seguinte: dentro da cântara estava um gato e, à meia-noite desse dia, seria deitado fogo às giestas que estavam na base do pau e que iriam queimando as outras até ao cimo do pau, onde estava a cântara. Quando as chamas queimassem a corda que a prendia ao pau, ela soltar-se-ia e cairia no chão. Ai cair o gato sairia dela e ficaria à solta. Quem o conseguisse apanhar ganhava 500 escudos.
Durante a tarde, foram sendo discutidas estratégias para apanhar o gato. Uma delas passava por atar os lenços das raparigas do rancho uns aos outros, para apanhar a cântara antes de a mesma se estilhaçar no chão. É que, se o gato saísse da cântara, haveria muito poucas hipóteses de o apanhar. A pressa do gato seria muita e o local estava rodeado de mato e de pinheiros.
Porém, por volta das 09-10 horas da noite, quando o rancho se preparava para actuar, começou uma tal sessão de pancadaria que a festa ficou mesmo por ali.
Nunca mais tive notícias do gato. Nem da festa!
sábado, 15 de maio de 2010
Casa Zé Bissa
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Os cidadãos poderosos e os outros
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Sabedoria de livreiro
Viveríamos melhor numa sociedade governada por corruptos ou numa sociedade governada por pseudo-intelectuais? Pergunto ao dono e gestor da livraria. Por corruptos, responde, de chofre, o filho dele. Logo de seguida, o pai dá a explicação para a opção do filho, e de que ele também partilha: os corruptos dão alguma coisa a ganhar à gente, agora os pseudo-intelectuais, que vivem de subsídios do Estado, a única coisa que dão são ares de sabedoria a outros palermas como eles, e isso não enche a barriga de ninguém. Nem a deles!